A nossa história
Historial da Mulher Africana
No dia 31 de Julho de 1962, nascia em Dar-es-Salaam, Tanzânia, a Conferência das Mulheres Africanas, a primeira Organização Panafricana Feminina. Ela resultou da vontade das mulheres de África, logo após a independência dos seus países, de formar uma única associação a fim de melhorar o conhecimento entre si, trocar experiências e conjugar os seus esforços para a emancipação da mulher africana, com vista à sua integração eficaz no futuro do continente.
O congresso constitutivo, composto por 14 países independentes e 8 movimentos de libertação nacional, instalou a sua sede em Bamako, Mali, onde permaneceu de 1962 a 1968. Posteriormente, a sede foi transferida para Argel, Argélia (1968–1986), depois para Luanda, Angola (1987–2008), e, em seguida, para Joanesburgo, África do Sul (2008–2019). Actualmente, encontra-se em Windhoek, Namíbia, conforme decisão do último congresso realizado em Janeiro de 2019. O dia 31 de Julho foi consagrado como o Dia da Mulher Africana.
Conquistas no Plano Jurídico
Embora as acções à favor das mulheres nos planos nacional, sub-regionais e regionais, a situação das mulheres ainda continua precária. Os desafios ainda são maior tendo em conta as questões emergentes ligadas ao terrorismo, aos conflitos e todas outras as questões que travam as conquistas alcançadas.
Como desafios, podemos reter entre outros os seguintes:
Conquistas no Plano Político regional e sub-regional
As resoluções saídas dos grandes encontros regionais e internacionais, tais como:
México
1975
Copenhague
1980
Nairobi
1985
Cairo
1994
Beijing
1995
Beijing
+5,+10, +15 e +20
As principais conquistas
Nestes anos de mundialização e o nascimento dos países emergentes, após 50 anos de longa luta da Organização Pan- Africana das mulheres, é evidente que as barreiras da promoção da mulher são igualmente levantadas. No entanto, deve se lembrar que a situação particular das mulheres no que consiste as dificuldades da promoção e da protecção nos domínios nomeadamente a educação, a saúde, a economia, o emprego e a política, etc.
Um dos méritos da Organização Pan-Africana das Mulheres é o seu movimento de influência, foi também de conseguir reunir todas as mulheres africanas à se rever no seio da organização;
A Organização Pan-Africana das Mulheres investiu incansavelmente no campo de desenvolvimento social, económico, político e cultural da mulher africana a nível regional, sub-regional e nacional com a participação das mulheres de diferentes países membros.
Felizmente, constata-se que hoje uma mudança significativa em termos de conquistas à favor das mulheres no plano político, institucional e jurídico bem como os novos desafios que se impõem no facto de que a evolução actual do mundo como no plano nacional que africana.
Os atentos das Mulheres
Os atentos das mulheres são maiores em relação a OPM na luta comum a favor da promoção da mulher e do género. Eles resumem- se nos seguintes aspectos:
Norte
Desempenhar um papel importante na mobilização social, na defesa da mulher rural e fortalecimento.
Sul
Empreendedorismo feminino e valorização da participação da mulher nos processos de decisão.
Este
Preservar os valores culturais africanos enquanto promove modernização, inclusão e justiça social.
